Segunda-feira, Março 05, 2007

Proximos jogos do Corinthians ....

07/03 – Quarta-feira – 21h45 – mar?lia X Corinthians –
Bento de Abreu
11/03 – Domingo – 18h10 – bragantino X Corinthians –
Marcelo Stefani

Copa do Brasil
Na pr?xima fase da Copa do Brasil, o Corinthians enfrenta o Treze da Para?ba.
Comemoracao no Amsterda pelo titulo do Carnaval 2007 pelo Grupo de Acesso....poucos participaram ...nao estava programada ....mas foi com poucas pessoas ...mas a sinceridade no ar ...melhor assim ....
Para as pessoas que pelo que vemos nao tem leitura de nosso entendimento. Quando falo nosso, particularmente meu e do Tonhao....muitos nos cobraram pelo fim do carnaval ...mas nao somos irresponsaveis ...e respeitamos a historia ....e as pessoas ....Abaixo para lembrar o posicionamento que deixamos exposto em nosso site, unico veiculo de comunicacao dos Gavioes.



GR?MIO GAVI?ES DA FIEL TORCIDA FOR?A INDEPENDENTE

Setembro/2006

Posicionamento Oficial sobre o Carnaval dos Gavi?es da Fiel...

Uma torcida que samba...Viemos a p?blico esclarecer aos associados dos Gavi?es da Fiel, nossas fam?lias, aos milh?es de corinthianos e a toda sociedade brasileira nosso posicionamento sobre o carnaval do Gr?mio Gavi?es da Fiel Torcida. Queremos explicar de forma detalhada ? nossa comunidade e a todos simpatizantes as reflex?es, debates e encaminhamentos que tivemos internamente e porque decidimos que os Gavi?es da Fiel continuar?o seu carnaval no Grupo de acesso da Liga das Escolas de Samba de SP. O Gavi?es da Fiel foi fundado em 1969 para amar e fiscalizar o Corinthians. Nosso objetivo inicial no carnaval era agregar os corinthianos nos finais e in?cios de cada ano, nos momentos em que o Corinthians n?o jogava. Em 1975, iniciamos nossa hist?ria no carnaval paulista como Bloco Especial. Houve hegemonia da torcida corinthiana na categoria. Em 1989, fomos convidados a desfilar no Grupo I. Atualmente, temos quatro t?tulos no Grupo Especial e somos considerados uma das melhores Escolas de Samba de S?o Paulo. E temos muito orgulho de termos contribu?do pelo engrandecimento do carnaval. Mas depois desse ?ltimo carnaval tivemos que fazer algumas reflex?es e discuss?es internamente, por tudo o que aconteceu com os Gavi?es no julgamento das notas e pela necessidade que tivemos de garantir judicialmente o s?mbolo do Corinthians no carro abre alas. Sentimos algumas discrimina??es com os Gavi?es da Fiel.Ap?s a apura??o das notas e as declara??es de nosso Presidente Wellington Rocha Junior, o Tonh?o, referentes a nossa sa?da do carnaval de S?o Paulo, criou-se uma grande d?vida em toda a Na??o Corinthiana. Por nosso espanto e indigna??o pelo julgamento do desfile, tomamos este posicionamento inicialmente, mas sab?amos que uma decis?o dessa necessitaria de uma discuss?o mais ampla na entidade. ? importante ressaltar que o posicionamento de nosso presidente teve total apoio de toda nossa diretoria e lideran?as do Gr?mio. Desde o m?s de fevereiro procuramos discutir a complexidade do assunto e avaliar todo processo hist?rico e cultural do carnaval, dentro e fora dos Gavi?es da Fiel. Em nossa ?ltima reuni?o do Conselho Deliberativo, buscamos uma defini??o sobre o impasse de desfilarmos ou n?o. Nesta reuni?o foi proposto por um membro da diretoria e do Conselho deliberativo que os Gavi?es da Fiel desenvolvessem um modelo alternativo para nossa atividade carnavalesca. Posteriormente foi proposta uma vota??o para analisarmos as propostas de carnaval. De 19 conselheiros presentes com direito ao voto, 17 votaram a favor da proposta alternativa. Com isso, a comunidade mostrou-se apreensiva com a informa??o de que o Conselho Deliberativo havia acabado com o carnaval. Mas ressaltamos que foi apresentada uma proposta alternativa para o desenvolvimento da atividade. Trata-se de um assunto complexo, que caberia uma discuss?o ampla e realiza??es de Assembl?ias Gerais e o nosso tempo para isso era curto. N?o dava para discutir com toda a comunidade, por isso ficou definido que no pr?ximo carnaval, os Gavi?es da Fiel torcida desfilar?o normalmente no Grupo de Acesso da Liga das Escolas de Samba de S?o Paulo. Continuar? cumprindo essa trajet?ria no carnaval paulista. Fica apenas a nossa expectativa para que os Gavi?es da Fiel e as demais escolas sejam julgadas corretamente, com justi?a e igualdade.

Diretoria Gr?mio Gavi?es da Fiel Torcida

Abre Alas de nosso Carnaval Campeao ....

Parabens Comissao de Carnaval....
Parabens Barracao ....
Parabens Harmonia ....
Parabens Bateria 30....
Parabens Comunidade Corinthiana que nos apoiou...

Obrigado Diretoria do Vai Vai ...Nene Vila Matilde...
Camisa Verde e Branco, nossa madrinha ....Perola Negra, Tucuruvi e Imperio da Casa Verde ...pela transparencia e clareza nos dialogos ....

Quarta-feira, Fevereiro 07, 2007

Domingo, Fevereiro 04, 2007

Segunda-feira, Janeiro 29, 2007

Entrevista Stedile MST para o Jornal Valor Economico

Jo?o Pedro St?dile: MST deve levar ao governo federal, ainda este m?s, proposta de cria??o de uma estrutura administrativa para a reforma agr?ria Historicamente, os movimentos sociais vivem ondas de fortalecimento e de crise. Ao contr?rio do que o senso comum diria ap?s uma reelei??o folgada do presidente Luiz In?cio Lula da Silva, no entanto, ela n?o foi produto de uma fase de ascens?o dessas organiza??es nem ter? um papel fundamental para tir?-las da letargia. Essa ? a radiografia que faz do momento pol?tico Jo?o Pedro St?dile, l?der do hoje mais articulado movimento social do pa?s, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Para ele, nem o MST escapa de uma realidade de "descenso" popular - e, na sua vis?o, se ainda tem alguma superioridade sobre os demais, ? por ter se recusado a vincular-se com um partido. O MST foi gerado num processo de cr?tica ? esquerda tradicional, que "aparelhava" os movimentos e transpunha a eles seus "rachas". A Central ?nica dos Trabalhadores (CUT), no entanto, al?m de um v?nculo excessivo com o PT, segundo ele, sucumbiu ? crise ideol?gica do sindicalismo ao optar pela luta reivindicat?ria e corporativa. A Igreja progressista, por sua vez, sofreu um s?rio rev?s no papado conservador de Jo?o Paulo II - e, al?m disso, tem dificuldades para lidar com a massa desorganizada de pobres urbanos.

Na sede do MST, uma casa antiga no decadente bairro de Campos El?seos, em S?o Paulo, que j? foi palco da aristocracia paulista, St?dile conversou por quase duas horas com o Valor, entremeando an?lise de conjuntura e goles de um chimarr?o.

Valor: O MST mant?m, ou j? manteve, rela??es org?nicas com o PT? Houve um rompimento?

Jo?o Pedro St?dile: N?o temos liga??o. Somos fruto de um novo per?odo hist?rico, em que j? havia uma consci?ncia cr?tica dentro da esquerda sobre o comportamento da esquerda cl?ssica, os partidos comunistas. Eles sempre usaram os movimentos de massa como meras correias de transmiss?o: o Comit? Central dirigia o movimento sindical, o estudantil, o campon?s, o de bairro. Essa experi?ncia foi superada pelas crises da d?cada de 60, pelas teses do Guevara e experi?ncias latino-americanas. Quando o MST nasceu, j? incorporou a vis?o de que os movimentos de massa t?m que ser aut?nomos. N?o ? uma avers?o aos partidos: achamos que s?o instrumento fundamental para organiza??o do Estado. Mas a experi?ncia da esquerda tinha sido tr?gica e era importante para constru??o de movimentos de massa mais saud?veis e mais ativos que eles mantivessem independ?ncia org?nica dos partidos, apesar das afinidades ideol?gicas e de eventuais projetos comuns para a sociedade.

Valor: Se o MST estivesse vinculado ao PT, o que teria ocorrido?

St?dile: J? teria acabado. Nos partidos de esquerda cl?ssicos, cada vez que havia uma disputa ideol?gica interna, ela se transferia automaticamente para os movimentos de massa. E eles se dividiam em mil e um, n?o por diferen?as pol?ticas, mas ideol?gicas. Dentro do PT h? resqu?cios disso. O MLST nasceu na corrente Brasil Socialista. O PCdoB, dez anos atr?s, tentou construir o MLT, mas recuou.

Valor: O problema da CUT ? a vincula??o excessiva com o PT?

St?dile: Os problemas da CUT s?o de outro tipo. Ela n?o conseguiu se construir como um movimento de massa sindical e ainda reproduziu a forma cl?ssica, europ?ia, de se constituir como uma federa??o de sindicatos. Essa foi uma disputa pol?tica que houve na funda??o da CUT: havia correntes de esquerda que defendiam que a central tinha de ser um movimento com unidades municipais, mas foram derrotadas e prevaleceu a central sindical como federa??o. Quem manda na base n?o ? a CUT e sim a dire??o do sindicato. H? outras dificuldades que a CUT enfrenta, como conseq??ncia das tr?gicas mudan?as que ocorreram no mundo do trabalho industrial, fruto do dom?nio do capital financeiro e das multinacionais e da revolu??o tecnol?gica da d?cada de 90. Al?m disso, o movimento sindical do Brasil talvez tenha sofrido com mais contund?ncia as conseq??ncias da crise ideol?gica que se abateu sobre o sindicalismo. Como tem muito dinheiro, afastou-se rapidamente das id?ias socialistas, deixou de fazer forma??o ideol?gica e preferiu permanecer apenas na luta reivindicat?ria, corporativa, que n?o ajuda a organizar a classe trabalhadora em per?odos de crise. Na crise, o que sustenta a unidade do trabalho ? a ideologia.

Valor: A igreja progressista mant?m sua import?ncia junto aos movimentos sociais?

St?dile: De 90 para c?, a igreja sofreu muito os efeitos do neoliberalismo. Isso diminuiu a sua influ?ncia sobre setores organizados da classe trabalhadora no campo e, sobretudo, na cidade. O per?odo coincidiu com o papado do Jo?o Paulo II, que atrelou todo o episcopado a uma vis?o neoconservadora. Isso teve influ?ncia na orienta??o pastoral da igreja brasileira. Al?m disso, ela tinha uma experi?ncia muito importante no per?odo da ditadura, a do trabalho pastoral clandestino, discreto. Com a redemocratiza??o e a maior ideologiza??o dos movimentos de massa, as pastorais reflu?ram para um campo mais eclesial. Al?m disso, o neoliberalismo produziu na classe trabalhadora um "lumpensinato", com o empobrecimento das massas. Com essas camadas de pobres que vivem nas grandes cidades a igreja cat?lica n?o sabe trabalhar. Sua tradi??o ? a de atuar no mundo campon?s e junto a setores organizados: oper?rio com emprego fixo, fam?lia bem organizada, casinha de sua propriedade. Mas quando a fam?lia se desestrutura, ou trata-se de um imigrante ou um pobre diabo, a igreja n?o consegue chegar at? ele, que fica ? merc? de pentecostais.

Valor: Por que os movimentos sociais s?o fracos nas cidades?

St?dile: A din?mica da luta de classes nas sociedades capitalistas produz ondas ao longo da hist?ria. No Brasil, tivemos uma onda de ascenso dos movimentos de massa - onde as classes trabalhadoras se organizam e tentam disputar um projeto para a sociedade - em 1900, que foi at? 1935. Ent?o, a burguesia industrial rec?m-chegada ao poder imp?s uma derrota e implantou uma ditadura, a do per?odo Vargas. Disso resultou um refluxo, de 1935 a 1945. As lideran?as dos movimentos e organiza??es foram para a cadeia e acabaram destro?adas. De 1945 a 1964, ocorreu nova onda de reascenso, com novos l?deres e novas formas de organiza??o popular. A classe trabalhadora disputou um projeto para a sociedade e perdeu. A burguesia aliou-se ao governo dos EUA, imp?s uma nova ditadura e as lideran?as foram presas, torturadas e exiladas. Assim foi at? 1978, 1979. Houve a crise da industrializa??o dependente, falta de emprego e volta da infla??o - e isso produz um reascenso. Os trabalhadores come?aram a perder o medo da ditadura, embora colocassem toda a culpa nela, n?o no modelo. Ainda assim, gerou-se um cen?rio de lutas, de reconstru??o das organiza??es de trabalhadores. Da? nasceu a CUT, o PT e o MST. Esse processo foi at? 1989. Na elei??o de 1989, disputamos um projeto para a sociedade e Lula, como candidato, era um mero porta-voz desse projeto que foi derrotado. A vit?ria de Collor n?o foi eleitoral ou pessoal, mas de um novo pacto entre as elites brasileiras que, diante da crise do modelo de industrializa??o, adotaram o neoliberalismo.

Valor: Ainda assim, era um per?odo democr?tico...

St?dile: De 1989 para c? n?o precisou de ditadura militar. Houve uma ditadura do capital e isso gerou um refluxo do movimento de massas. Suas principais lideran?as n?o precisaram ir para o ex?lio: foram derrotadas politicamente ou cooptadas ideologicamente. Isso gerou, como em todo refluxo, crise nas organiza??es.

Valor: A vit?ria de Lula, em 2002, n?o desmente isso?

St?dile: Os per?odos de refluxo dos movimentos de massa s?o de derrota da classe trabalhadora e adversos a projetos de mudan?a. A novidade no Brasil ? que, no meio do descenso, quando ningu?m esperava, Lula ganhou as elei??es. Demorou para que as for?as sociais entendessem que sua vit?ria n?o era a do projeto de 1989. E n?o por desonestidade: ele deixou claro na Carta ao Povo Brasileiro que iria continuar a pol?tica neoliberal. Sua elei??o n?o alterou os problemas estruturais dos trabalhadores. Num quadro t?o adverso, os desafios s?o profundos. N?o dependem de vontades pol?ticas ou de decis?es, mas de novo per?odo hist?rico. Isso leva um tempo para ser constru?do. ? preciso que se passe esse per?odo de uma gera??o perdida e surja uma nova gera??o de lideran?as da classe trabalhadora para conduzir ao reascenso. Estamos embaixo e n?o sabemos se vamos descer mais ou se em algum momento, logo a?, haver? um reascenso do movimento de massas.

Valor: O que ? um projeto da classe trabalhadora?

St?dile: A classe trabalhadora tem desafios para reconstrui-lo. Em primeiro lugar, tem que voltar a fazer luta social, porque a melhoria das condi??es de vida e os avan?os sobre o capital n?o dependem nem do governo, nem de vontade de lideran?as. A luta social ? inclusive civilizat?ria, pois agrega pessoas, d? unidade e sentido para sociedade. Quando as pessoas perdem a possibilidade de lutar socialmente, elas apelam para o individualismo. E o individualismo, para pobre, ? o banditismo. Rosa Luxemburgo advertia que a classe trabalhadora, ao longo da humanidade, s? tem dois caminhos: ou o socialismo - mas n?o no sentido doutrin?rio, e sim de socializa??o dos bens -, ou a barb?rie. Segunda tarefa: dedicar esfor?os para formar lideran?as: recuperar o valor do estudo, do conhecimento, para que aquela parcela que naturalmente se projeta dentro da classe trabalhadora tenha capacidade de interpretar o momento que est? vivendo, sen?o sempre vai ser manipulada - ou pelo Estado, ou por pol?ticos, ou pela m?dia. O que d? consci?ncia? ? o estudo, ? a compreens?o e a dedica??o ? forma??o. N?o ? um doutrinarismo de decorar manual. ? ter capacidade de interpretar o mundo que est? vivendo, para encontrar sa?das para seus problemas. Terceira tarefa ? construir meios de comunica??o populares, que possam ent?o ter um grau de influ?ncia cultural e pol?tica no meio do povo. Quarto desafio ? construir unidade entre os v?rios movimentos que est?o fragilizados. Os movimentos urbanos e os do campo est?o esfacelados. A Assembl?ia Popular - que ?, na sua origem, uma id?ia vision?ria da CNBB - serve a essa unidade.
N?o queremos tratar o presidente Lula como compadre. Compadrio ? outro campo de rela??es sociais"

Valor: Em 2006, a assembl?ia definiu um documento conjunto. Ser? apresentado ao governo?

St?dile: Vamos seguir debatendo um projeto para o pa?s nas nossas bases para que as pessoas entendam o momento que vivemos e, assim, entremos no processo de constru??o de um projeto alternativo ao neoliberalismo, mas sabemos que isso ? de longo prazo. N?o ? uma pauta de reivindica??o. ? um processo em que se vai acumulando conhecimento sobre quais seriam as solu??es para os problemas estruturais do pa?s. Esse ? tempo de plantar, n?o de colher. Estamos plantando ?rvores, n?o alfaces, que se colhe em tr?s semanas. O tempo de matura??o ser? de anos. ? um processo unit?rio e tiramos algumas linhas: redu??o da tarifa el?trica, mudan?a na agricultura, acesso ? educa??o, trabalho e moradia popular. Tudo isso culmina no desafio de acumular consensos em torno do que seria um projeto. Porque a esquerda n?o tem, o PT n?o tem, o governo n?o tem, nem a classe trabalhadora. H? hegemonia absoluta do projeto das classes dominantes.

Valor: No segundo turno das elei??es voc?s fizeram a clara op??o por Lula. Por qu??

St?dile: O primeiro turno foi um campeonato de marketing, n?o um debate de id?ias. Mas a parcela mais reacion?ria da burguesia optou por Geraldo Alckmin. O dossi? foi um sinal de que era poss?vel derrotar Lula e a oposi??o foi com todas as armas -e chegou perto. Isso alterou a correla??o de for?as para a direita: o que estava em jogo era a consolida??o do processo neoliberal sob controle de uma parcela mais reacion?ria. Mobilizamo-nos para evitar o pior. Se vencesse Alckmin, iria retardar o processo de rearticula??o de for?as da classe trabalhadora. Na hist?ria nada se repete mas, no quadro da ditadura militar, ? como se fosse o risco de reproduzir o AI-5. A vit?ria de Alckmin prolongaria o per?odo de derrota da classe trabalhadora, com efeitos inclusive na Am?rica Latina. Fragilizaria posi??es do (Hugo) Ch?vez e do Evo Morales (presidentes da Venezuela e da Bol?via). Embora n?o fosse nossa prioridade, nos voltamos para as bases e fizemos trabalho pol?tico - n?o de propaganda eleitoral, mas de conscientiza??o.

Valor: Para resgatar o apoio dos movimentos populares, Lula adotou um discurso mais ? esquerda...

St?dile: Lula, por interesses eleitorais, fez uma inflex?o no discurso mais ? esquerda e incorporou temas que eram importantes para poder derrotar o Alckmin, como as privatiza??es. Mas mesmo no segundo turno n?o houve disputa de projeto. Eles s? representaram. A pol?tica no Brasil est? t?o desorganizada em termos de interesses de classes que mesmo as disputas eleitorais est?o muito mais revestidas de fetiches pol?ticos do que por for?as reais: Lula era do povo e Alckmin, dos ricos. Mas, na luta pol?tica, n?o havia tanta diferen?a nas id?ias. Prevaleceu o fetiche, n?o as id?ias. N?s, dos movimentos sociais, s? apostamos em uma coisa: na capacidade do povo lutar. Se o povo lutar, mobilizar-se, n?s teremos um novo reascenso e isso empurrar? o governo para esquerda. Se n?o, vai ser mais do mesmo.

Valor: O que mudou do primeiro para o segundo mandato?

St?dile: O governo agora ? mais honesto, mais transparente. Caiu um pouco a ilus?o de 2002, quando havia o fetiche de que esse Lula era o de 1989. Levou quatro anos para nos darmos conta. Agora o governo assumiu: "somos de composi??o, n?o de esquerda. E no meu governo vai ter for?as de direita, de esquerda e de centro". ?timo. Seria p?ssimo se os ministros continuassem com lorotas de que esse ? governo de mudan?as.

Valor: Qual a sua avalia??o dos programas sociais do governo Lula, do Bolsa Fam?lia em especial?
St?dile: Salvou algumas vidas, de quem passava fome.

Valor: ? desmobilizador?

St?dile: N?o. O Bolsa Fam?lia atinge a camada mais pobre. Mas as pessoas t?m que ter consci?ncia de que nos ?ltimos 15 anos se manteve a concentra??o de renda. Nunca o capital ficou com uma cota t?o grande, que chega a 62% da renda nacional. O que aconteceu no governo Lula foi que, dentre os que vivem de trabalho, houve uma eq?idade maior. Os que ganhavam mais, que ? a classe m?dia, se proletarizou um pouco. Os que estavam embaixo, sem rendimentos, passaram a ganhar R$ 74. Mas isso n?o ? solu??o para eles, nem ? solu??o pol?tica para o governo. O governo que n?o se iluda que essa base vai ser seu reduto eleitoral, ou do PT. Em geral ela votou no Lula, mas em governadores conservadores e num Congresso conservador. Deu nesse Congresso transg?nico. Temos um presidente que derrotou a direita e um Congresso mais conservador que o passado. O eleitor brasileiro ainda ? despolitizado. Ele n?o vota por ideologia, mas por afinidade, conhecimento, propaganda. Embora aceitemos como medida necess?ria, o Bolsa Fam?lia tem de ser tempor?rio. As solu??es reais s?o da reforma agr?ria, distribuir terra, gera??o de emprego, constru??o de moradia popular e universaliza??o da educa??o. ? isso que distribui renda.

Valor: Voc?s foram chamados a conversar com o presidente?

St?dile: Procuramos preservar que as conversas com o presidente sejam dentro do que representa a Presid?ncia: t?m de ser audi?ncias formais. N?o queremos tratar o presidente Lula como compadre. Compadrio ? outro campo de rela??es sociais. Mas o presidente nos chamou para conversar, ainda em janeiro.

Valor: Quais s?o as sugest?es para a reforma agr?ria?

St?dile: Temos uma longa agenda de pontos que s?o mais do que reivindica??es: s?o sugest?es. Como a vincula??o da estrutura administrativa do Incra ? Presid?ncia, para dar mais agilidade ? autarquia. N?o ? nenhum desprezo pelo Minist?rio do Desenvolvimento Agr?rio. O MDA ? para cuidar da agricultura familiar - para a reforma agr?ria, n?o serve para nada. Queremos uma nova estrutura administrativa para a reforma agr?ria, que junte tr?s autarquias: o Incra, a Conab - que ? fundamental para viabilizar a produ??o dos assentamentos - e uma terceira autarquia, que o governo Collor acabou, a antiga Embrater. ? organizar a assist?ncia t?cnica e a extens?o rural p?blica. A assist?ncia t?cnica para os assentados e pequenos produtores n?o existe. ? uma fantasia. T?m tamb?m a id?ia a de priorizar regi?es, para acalmar produtores honestos. Do jeito que s?o feitas as desapropria??es pelo Incra, o vizinho pode se sentir inseguro. O esp?rito da reforma agr?ria e do Estatuto da Terra ? eleger regi?es onde t?m predomin?ncia de latif?ndio. A? se reforma toda uma regi?o. De resto, n?o precisa se preocupar. Aqui no pa?s tem muita terra mal utilizada. S? falta o governo acordar e aplicar a lei.

Valor: Qual ? a leitura feita da conjuntura latino-americana?

St?dile: A leitura que a Via Campesina faz ? que o resultado no campo institucional gerou tr?s blocos de governos diferentes. Um bloco ? o de esquerda, com Cuba, Venezuela, Bol?via e agora, Equador. H? o bloco dos moderados, que adotam pol?ticas ambivalentes: ? vezes antineoliberal e antiimperialista e ?s vezes pr?-mercado. ? o caso do Brasil: ? contra Alca mas ? a favor da OMC. Est?o nesse grupo tamb?m Argentina, Uruguai, Peru. O terceiro grupo ? o pr?-neoliberal: Chile, o Paraguai e a Col?mbia, na Am?rica do Sul.
A Maior Torcida Organizada da America Latina ...Gremio Gavioes da Fiel Torcida
nossa razao : Sport Club Corinthians Paulista

Faixa colocada na ponte da Vila Maria na madrugada de sexta feira para sabado por torcedores corinthianos.

Movimento organizado por corinthianos afim de se manifestar pelo Caso Nilmar e outros casos do Corinthians.

Parabens rapaziada pela acao na madrugada e no jogo. Independente de ser da organizada ou nao ... o importante o nosso posicionamento critico nao parar ......
Festa da Cerveja um sucesso com a rapaziada e mulatas da Portela.

Preocupacao maior foi pagar a cerveja. Pela primeira vez a diretoria teve que pagar a cerveja distribuida. Desagradamos muitos ...Nao teve cortesia....Fizemos um convite de custo de R$ 5,00 para pagar o custo do consumo ....a maioria da rapaziada colaborou, compreendeu e no final deu certo aos Gavioes. Fica aqui registrado os agradecimentos aos colaboradores deste dia.
MOVIMENTO DOS TRABALHADORES RURAIS SEM TERRA – MST Secretaria Estadual de S?o Paulo

Alameda Olga, 399 – Barra Funda – S?o Paulo – 01155-040
Fone: (11) 3663-1064 – Correio Eletr?nico: mstsp@mst.org. br P?gina: www.mst.org. br

Reforma Agr?ria: por um Brasil sem Latif?ndio
S?o Paulo, 24 de janeiro de 2007

Convoca??o Urgente!!!!!

Reuni?o do Comit? de Liberta??o dos Presos Pol?ticos do MST


Companheiros e Companheiras,

Sabemos que em fun??o das lutas pelos direitos dos trabalhadores como por terra, emprego e moradia, muitos militantes s?o perseguidos pelo aparelho repressivo do Estado burgu?s.

? de conhecimentos de todos/as que o companheiro Marcelo Buzeto, militante do MST de SP foi preso na ?ltima sexta-feira em S?o Caetano – SP, permanecendo no atual momento no Centro de Progress?o Penitenci?ria de S?o Miguel Paulista – SP. Tamb?m em condi??es sub-humanas o companheiro do MST Benedito Alves (conhecido como Magr?o) permanece na Penitenci?ria de Pinheiros – SP respondendo injustamente por uma acus?o relacionada com a luta pela terra no estado de S?o Paulo.

As visitas de advogados e personalidades est?o acontecem todos os dias na Penitenci?ria de S?o Miguel, das 8hs as 17hs. Estamos orientando que estes/estas companheiros/ as se planejem para fazer as visitas e entrem em contato para informar quando ir?o. Da mesma forma estamos organizando uma agenda de visitas ao companheiro Magr?o, que informaremos assim que organizada.

Por isto tudo estamos convocando uma Reuni?o de retomada do Comit? de Liberta??o dos Presos Pol?ticos, dia 26 de janeiro ?s 19:30h. Este Comit? em va?ios momentos cumpriu o papel de articul??o e mobiliza??o pela liberta??o de presos pol?ticos no estado de S?o Paulo, nesta reuni?o iremos tratar da situa??o jur?dica e da articula??o de atividades de solidariedade aos companheiros e discutir quais a??es podemos desenvolver conjuntamente para garantir a liberdade destes lutadores do povo.

Data: 26 de janeiro de 2007
Local: Sindicato dos Advogados (Rua da Gl?ria, 246, 3? andar - pr?ximo ao metr? Liberdade)
Hor?rio: 19:30h

Para maiores informa??es entrar em contato:
Secretaria Estadual: (11) 3663-1064 / 3663-1068 com Fabiana ou Tatiana
Secretaria Nacional: (11) 3361-3866 com Giane

Endere?o da Penitenci?ria de S?o Miguel - SP
Rua Am?rico Gomes Costa, 305- S?o Miguel Paulista.
Telefone: (11) 6131-5369/3195.


Um forte abra?o,


Z? Batista
Dire??o Nacional MST

CD Gavioes Samba Enredo Carnaval 2007.

Loja Gavioes : R. Cristina Tomas, 183 Bom Retiro

R$ 5,00


Encontra-se na loja dos Gavioes por R$ 30,00.

R. Cristina Tomas, 183 - Bom Retiro

FESTA DO CHOPP DOS GAVIOES

Em 10/02 Venham participar da tradicional FESTA DO CHOPP DOS GAVIOES DA FIEL.

Chopp regado com os grupos Sensa??o, Reden??o, S? Gandaia & Cia, Bateria do Bloco Classe A (Barra Funda), Ala de Compositores e Bateria dos Gavi?es da Fiel e Black Music com Rapsoulfunk.

Entrada: R$ 25, 00 – Pre?o ?nico (com caneca incluso)

Convites a venda na Loja dos Gavi?es

Informa??es: 3221-2066 ou diretoria@gavioes.com.br

Camarotes: 3337-2474 c/ Cec?lia

Diretoria
Trabalhar por Esporte

por Maur?cio Huertas

J? faz parte dos usos e costumes da pol?tica: quando falta espa?o para algum partido aliado na forma??o do governo, entrega-se a pasta de Esportes. ? a ?ltima migalha do bolo. Jos? Serra entregou-a ao PPS no in?cio da gest?o como prefeito de S?o Paulo e ao PTB, agora, como governador.

Repetiu o procedimento que praticamente transformou o sat?lite petista PCdoB no primeiro partido segmentado do Esporte, desde a gest?o paulistana de Marta Suplicy (2001-2004), passando por dois ministros de Lula e v?rios outros secret?rios de administra??es petistas, em munic?pios como Guarulhos, Osasco e Diadema.

Em apenas dois anos da gest?o Serra-Kassab, estamos no terceiro ocupante da Secretaria de Esportes, Lazer e Recrea??o da Cidade de S?o Paulo. O deputado federal reeleito Walter Feldman (PSDB) sucede os dois indicados anteriores do PPS, Marquinho Tortorello e Heraldo Corr?a. Sozinho, tem mais peso pol?tico que ambos, mas sua estatura esportiva por enquanto equivale ? f?sica (tem 1,60m de altura) – o que passa despercebido pelo tamanho do ego.
Pior ? que cada administra??o que assume tenta reinventar a roda. A heran?a de Marta Suplicy para o Esporte foi brincar de descentraliza??o. Escorada no bom conceito das Subprefeituras, subverteu a raz?o e o bom senso ao desvincular os 31 Supervisores de Esportes da Secretaria de Esportes, subordinando-os ? Coordenadoria de A??o e Desenvolvimento Social.

Ou seja, aqueles que teoricamente executariam a pol?tica esportiva da Prefeitura na “ponta”, na periferia da cidade, simplesmente deixaram de ter qualquer v?nculo hier?rquico ou administrativo com a pasta formuladora das pol?ticas p?blicas do Esporte.
Marta conseguiu outra proeza: tirou da Secretaria de Esportes a responsabilidade sobre os 41 clubes municipais e outros 200 centros desportivos aut?nomos, transferindo-a para esses Supervisores de Esportes, indiv?duos sem qualquer preparo ou estrutura.

A explica??o para esse “esvaziamento” da Secretaria de Esportes? Uma s?: colocar na m?o dos petistas, dentro das Subprefeituras, o controle da ?rea que estava entregue no papel aos aliados do PCdoB, para que n?o abocanhassem sozinhos os votos que potencialmente o Esporte pudesse proporcionar.

Essa l?gica fratricida se repetiu na atual gest?o, agravando a dissocia??o entre a Secretaria de Esportes (entregue ao PPS), no seu papel de formuladora de pol?ticas p?blicas, e a execu??o das a??es esportivas nas Subprefeituras, sob o controle direto do PSDB, visando poss?veis dividendos eleitorais.

O mais inusitado da hist?ria: quem fez o diabo para aumentar a fratura entre formuladores (pepessistas) e executores (tucanos) das pol?ticas p?blicas do Esporte, enfraquecendo ainda mais aquela pasta por meio de decretos que ceifaram suas fun??es originais, foi o ent?o secret?rio de Coordena??o das Subprefeituras. Quem? Ele mesmo: Walter Feldman.

O novo titular do Esporte briga agora para reverter o que ele mesmo havia provocado, quando seu interesse era outro. O m?dico e o monstro se op?em. Mera coincid?ncia Walter Feldman ser m?dico de profiss?o. Enfim, tenta refazer o ?bvio: deixar sob o controle da Secretaria de Esportes os equipamentos esportivos e a pol?tica do Esporte. Parece piada, mas n?o ?.

A menina-dos-olhos do prefeito Gilberto Kassab para o Esporte s?o os clubes-escolas.

Aproveitar a estrutura de centros esportivos, campos, quadras, balne?rios e mini-balne?rios, localizados nas proximidades das escolas da rede p?blica de ensino, pelos seus pr?prios alunos, em per?odo complementar ao das aulas normais. Nada mais simples e eficaz.

O secret?rio Jos? Aristodemo Pinotti, do mesmo PFL de Kassab, ensaiou esta solu??o h? um ano. Transferiu por decreto, para a Secretaria da Educa??o, os equipamentos esportivos que j? estavam sob jurisdi??o errada (sa?ram das Subprefeituras para a Educa??o, mas deveriam estar no Esporte). Deu errado e n?o ser? diferente enquanto prevalecer a mentalidade da “canetada”.

O prefeito Kassab tem nas m?os um amplo diagn?stico do problema (que motivou inclusive uma CPI na C?mara Municipal, em 2005) e o rem?dio, um projeto s?cio-educativo elaborado por n?s que prev? a efetiva recupera??o para o Esporte destes espa?os p?blicos, hoje deteriorados e subutilizados. Resta desejar sorte, habilidade e destreza ao m?dico alopata que herdar? a Secretaria ap?s dois anos da homeopatia introduzida pelo PPS.

Maur?cio Rudner Huertas, 35, jornalista, ? Secret?rio de Comunica??o do PPS/SP. Foi Diretor do Departamento de Unidades Esportivas Aut?nomas da Secretaria de Esportes, Lazer e Recrea??o da Cidade de S?o Paulo nos dois primeiros anos da gest?o Serra-Kassab (2005-2006).

Fonte: Blog do Juca - http://blogdojuca.blog.uol.com.br/

Est?dio e Museu Preto & Branco realiza noite de aut?grafos de livro que revelou esc?ndalos fiscais da gest?o Dualib no Corinthians
Est?dio e Museu Preto & Branco realiza noite de aut?grafos de livro que revelou esc?ndalos fiscais da gest?o Dualib no Corinthians
Tenha acesso ?s c?pias de documentos e notas que lesaram o clube no per?odo de 2003 a 2006
Na pr?xima ter?a-feira, dia 30 de janeiro ?s 19 horas, os advogados Cl?udio V?lez e Fausto Di Toti estar?o autografando o livro "A estrela que falta ao Tim?o" no Est?dio e Museu Preto & Branco. A obra ? fruto do trabalho dos autores como conselheiros fiscais do Sport Club Corinthians Paulista.
O livro est? abalando as estruturas do Parque S?o Jorge, pois denuncia com provas a devassa executada pelo presidente, vice-presidentes, e funcion?rios em rela??o ?s contas do clube. Os levantamentos que originaram a obra tamb?m deram origem ? a??o no Minist?rio P?blico contra o atual presidente do Corinthians.
Entre as den?ncias documentadas no livro, destacam-se:
. Pagamento de quatro seguran?as pessoais para o presidente pagos pelo com recursos do clube (cerca de R$ 1 milh?o somente nos tr?s ?ltimos anos);. Rel?gio de ouro dado a Ricardo Teixeira;. Recebimento de sal?rios por vice-presidentes;. Contratos com conselheiros;. Contrato at?pico e hiper-super-faturado com a neta do presidente;. M? administra??o em todos os setores do clube, com preju?zos de mais de R$ 2 milh?es por ano em todos os esportes amadores.
Perfil dos autores:
FAUSTO DI TOTI GARCIA
Di Toti ? s?cio remido do Sport Club Corinthians Paulista desde 1986. No clube foi diretor de sede e campo de 2001 a 2005 e tamb?m conselheiro fiscal na gest?o de 2003 a 2006.
T?cnico em contabilidade, Fausto se formou em Direito pela FMU e desde 1996 atua na ?rea tribut?ria, c?vel e trabalhista. Foi conciliador do juizado especial c?vel central e cursou especializa??o em direito empresarial em 2003 pela FMU.
J? exerceu a fun??o de controller e atualmente advoga para empresa do ramo de transportes de valores e vigil?ncia patrimonial, no Rio de Janeiro e em S?o Paulo, al?m de ser s?cio-gerente de empresa do ramo das artes gr?ficas em S?o Paulo.

CL?UDIO MARCELO V?LEZ
S?cio remido do Sport Club Corinthians Paulista, desde 1959, Cl?udio foi presidente do Conselho Fiscal para o mandato de 2003 a 2006. Formado em Direito, Professor Graduado em Hist?ria, ministra cursos de P?s Gradua??o e MBA na Funda??o Instituto de Administra??o (FIA/USP), fez E.S.L. na Portland State University (EUA).
H? 25 anos ? empres?rio e faz Consultorias, Treinamentos e Confer?ncias. V?lez ? diretor da ACIA e ministra palestras e cursos na TREINASHOP (ALSHOP), ITTECAPH (Instituto T?cnico de Treinamento e Excel?ncia em Capacita??o Humana), UNISciesp, Associa??es Industriais e Comerciais, Ordens de Advogados, FIA(USP), entre outras. ? Diretor do ITTECAPH, na ?rea de Commercial Development & Training, tendo mais de 80 empresas como clientes.
Para mais informa??es e contato com os autores acesse: www.aestrelaquefaltaaotimao.com.br
Informa??es para imprensa:
Aline EiraADD+Propagandaaline@addpropaganda.com.br(11) 8137-4641


Chopperia Est?dio e Museu Preto & BrancoRua Coelho Lisboa, 247 Tatuap? - S?o PauloTel. (11) 6197-7877est?dio@estadiopretoebranco.com.br

Segunda-feira, Janeiro 15, 2007

Domingo, Dezembro 24, 2006

Natal .... festas, compras, bebedeira, presentes, produtos sendo jogados de todas as maneiras para ser adquirido.

Penso que estou em dificuldades e meu Natal seria o famoso meia boca.... basico ....mas nao ....

Nao tem como mais n?o lembrar de quantos (as) companheiros (as), em diversos locais do mundo, at? na nossa pr?pria vizinhan?a, que nao ter? este natal de festas.

Temos uma sociedade desigual .... muito para poucos.... pouco para muitos...

Sera que todos no mundo nao teria o direito e a dignidade de uma farta refei??o na noite de natal ... ?

Dificil responder teoricamente, de forma simplista tenta diferen?a .... uma coisa e certa....precisamos mudar nossas atitudes ....aflorar mais nossos valores do amor e da solidariedade ..... principio basico para natais futuros melhores ....

Viva a esperanca !!!
Viva o amor !!!
Viva a Revolucao !!!
Boas Festas ....com muita paz e felicidades ....
Que em 2007 possamos contribuir para a construГ§ГЈo de uma sociedade mais justa e fraterna.
AbraГ§os Fraternos...

Segunda-feira, Dezembro 18, 2006

Ufff... quando as coisas emperram e foda .....chateia ....

to vendo que este final de ano vai ser daqueles ....que venha 2007.
A Rebeldia se faz necessario perante as manobras de nossos Governos e seus abusos. Nao tem discussao com a sociedade. Sim, ha muito a Rebeldia se faz necessaria. Viva a Juventude ....
SHOW DOS GAVIOES DA FIEL EM TAUBATE

REUNIAO E CONFRATERNIZACAO DA FIEL TORCIDA
DO VALE DO PARAIBA


AtenГ§ГЈo Fiel Torcida do Vale do ParaГ­ba. Neste Final de Ano estaremos realizando grande confraternizaГ§ГЈo dos corinthianos da regiГЈo do Vale do ParaГ­ba na cidade de TaubatГ©.

Esta confraternizaГ§ГЈo tem o objetivo de fortalecer a organizaГ§ГЈo da Fiel Torcida na regiГЈo do Vale do ParaГ­ba, estreitar as relaГ§Гµes com a nossa sub sede do Vale localizada em SГЈo Jose dos Campos e lideranГ§as da regiГЈo.

Com o evento estaremos contribuindo com uma grande solicitaГ§ГЈo feita ao Depto. Social dos GaviГµes da Fiel, o evento tem carГЎter social.

Antes de iniciar a programaГ§ГЈo do evento estaremos realizando reuniГЈo geral com a diretoria dos GaviГµes da Fiel e coordenaГ§ГЈo da Sub Sede Vale do ParaГ­ba falando da organizaГ§ГЈo da torcida em toda regiГЈo, como participar dos GaviГµes, se filiar na Torcida, como desfilar na escola de Samba, a situaГ§ГЈo do Corinthians, enfim, levar todas informaГ§Гµes sobre nossa entidade e o Corinthians. Contamos com a participaГ§ГЈo de todos corinthianos possГ­vel.

Data: 23 de dezembro
Local: Sede do Centro do Esporte Clube TaubatГ©
HorГЎrio ReuniГЈo Geral: 19 horas
HorГЎrio do show: A partir das 20 horas
AtraГ§Гµes: Bateria dos GaviГµes da Fiel e grupos de pagode

* Entrada: R$ 5,00 e 1 KG de Alimento nГЈo perecГ­vel

Maiores InformaГ§Гµes

Sub Sede Vale do Paraíba (S.J. dos Campos) – (12) -39340743
Adilson Taubaté – (12) – 97935950
Sede Gaviões da Fiel – (11) – 3221-2066

www.gavioes.com.br ou www.fielsjc.hpg.ig.com.br

* os primeiros 500 ingressos serГЈo no valor descriminado.